Sempre em frente...
Ainda não há muito tempo, ao folhear determinado livro cujo título já não recordo, encontrei este pensamento: O Horizonte faz-nos caminhar…
Não demorei muito a concordar com o axioma. Sobretudo quando esse horizonte se identifica com meta que eu almejo; se identifica com razão de viver; se identifica com o sonho por mim acalentado; quando se converte em certeza à qual posso chegar pois que disponho de capacidades para tal; quando o horizonte outra coisa não é senão motivação.
Esta reflexão tornou-se mais intensa e não se afastou de imediato… Por isso dei comigo a pensar que o horizonte que nos faz caminhar quase sempre é bem visível por cada um de nós. Quando tal acontece nenhum de nós hesita e quase corremos para ele. Mas sabemos que nem sempre é assim. Muitas vezes, o nosso horizonte torna-se pouco visível. Não tem contornos bem definidos…Vê-se mal… muito mal; Dias há, em que o horizonte desaparece. Sabemos que está lá, mas de facto não o vemos. É aí que a caminhada se torna mais dura. Apetece desistir. Distraímo-nos até com outros que se encontram mais perto, mais visíveis mas de menor qualidade. Então a nossa existência é acometida de tentação impertinente…; Muitos desistem e matam os seus sonhos…
Também sentimos o desânimo quando o nosso horizonte se define de forma negativa. Explico-me: sei que aquilo que eu quero não é isso mas também não sou capaz de o definir pela positiva. É aí que os verdadeiros amigos (os que possuem Sabedoria) têm papel fundamental. São os chamados conselheiros. Alguns são de índole espiritual. Com a sua experiência serão os primeiros a alertar-nos, a animar-nos, a repreende-nos e sobretudo a deixar-nos na liberdade. Eles dir-nos-ão que um horizonte quando magnânimo se revela custoso e distante, mas não impossível. Dir-nos-ão que é necessário ir sempre em frente. Quando se vê e quando se não vê, quando se vê mal e quando nada se entende. Dir-nos-á ser necessária a fé a esperança e sobretudo a paixão do amor.
Caros amigos, no início de mais um ano lectivo, no início de uma nova actividade, no recomeço de um processo que não se esgota, que o horizonte, seja qual for a sua visibilidade, nos faça caminhar e que a certeza de conseguirmos, porque capacitados, seja para já o único horizonte.
P. Alfredo
Vice-Reitor
Não demorei muito a concordar com o axioma. Sobretudo quando esse horizonte se identifica com meta que eu almejo; se identifica com razão de viver; se identifica com o sonho por mim acalentado; quando se converte em certeza à qual posso chegar pois que disponho de capacidades para tal; quando o horizonte outra coisa não é senão motivação.
Esta reflexão tornou-se mais intensa e não se afastou de imediato… Por isso dei comigo a pensar que o horizonte que nos faz caminhar quase sempre é bem visível por cada um de nós. Quando tal acontece nenhum de nós hesita e quase corremos para ele. Mas sabemos que nem sempre é assim. Muitas vezes, o nosso horizonte torna-se pouco visível. Não tem contornos bem definidos…Vê-se mal… muito mal; Dias há, em que o horizonte desaparece. Sabemos que está lá, mas de facto não o vemos. É aí que a caminhada se torna mais dura. Apetece desistir. Distraímo-nos até com outros que se encontram mais perto, mais visíveis mas de menor qualidade. Então a nossa existência é acometida de tentação impertinente…; Muitos desistem e matam os seus sonhos…
Também sentimos o desânimo quando o nosso horizonte se define de forma negativa. Explico-me: sei que aquilo que eu quero não é isso mas também não sou capaz de o definir pela positiva. É aí que os verdadeiros amigos (os que possuem Sabedoria) têm papel fundamental. São os chamados conselheiros. Alguns são de índole espiritual. Com a sua experiência serão os primeiros a alertar-nos, a animar-nos, a repreende-nos e sobretudo a deixar-nos na liberdade. Eles dir-nos-ão que um horizonte quando magnânimo se revela custoso e distante, mas não impossível. Dir-nos-ão que é necessário ir sempre em frente. Quando se vê e quando se não vê, quando se vê mal e quando nada se entende. Dir-nos-á ser necessária a fé a esperança e sobretudo a paixão do amor.
Caros amigos, no início de mais um ano lectivo, no início de uma nova actividade, no recomeço de um processo que não se esgota, que o horizonte, seja qual for a sua visibilidade, nos faça caminhar e que a certeza de conseguirmos, porque capacitados, seja para já o único horizonte.
P. Alfredo
Vice-Reitor


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home